Durante muito tempo, milhares de pessoas cresceram ouvindo a mesma frase:
“Você não tem sobrenome europeu, então não tem direito à cidadania.”
Essa crença se espalhou, virou verdade absoluta, e fez muita gente desistir antes mesmo de investigar a própria história.
Mas a realidade é outra.
E ela costuma surpreender.
A história da sua família pode nunca ter sido contada por completo.
E é exatamente aí que moram possibilidades que muitos jamais imaginaram existir.
A mentira do sobrenome “certo”
Antigamente, os sobrenomes das mulheres não eram transmitidos aos filhos.
Isso significa que, geração após geração, nomes, vínculos e linhagens inteiras simplesmente desapareceram dos registros familiares mais recentes.
Se hoje você carrega apenas um sobrenome, isso não quer dizer que ele represente toda a sua origem.
Para se ter uma ideia:
Se herdássemos os sobrenomes de todos os nossos trisavós, cada um de nós teria mais de 30 sobrenomes diferentes.
E, provavelmente, jamais limitaríamos nossa busca apenas ao último nome da família.
“Quando alguém acredita que não tem direito só porque não reconhece o sobrenome, normalmente está olhando para apenas uma pequena parte da própria história”, explica Carla Toscano, CO-CEO da ROZZA CIDADANIA.
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Por que tanta gente acredita que não tem direito?
Os motivos são comuns, e compreensíveis:
- Não ter um sobrenome europeu “evidente”;
- Um parente que tentou o processo no passado e não conseguiu;
- Histórias familiares vagas ou contraditórias;
- Falta de contato com ramos antigos da família;
- Informações passadas de geração em geração sem confirmação documental.
Esses fatores criam uma falsa sensação de certeza: a de que “não há caminho”.
Mas, na prática, o que falta quase sempre é investigação profissional.
A pergunta que quase ninguém sabe responder
Vamos ser honestos:
Você sabe o nome de todos os seus bisavós?
E dos trisavós?
Sabe onde nasceram? Em que cidade viveram? Se migraram sozinhos ou com a família?
A maioria das pessoas não sabe, e não porque não se importa, mas porque essas informações simplesmente se perderam com o tempo.
“É exatamente nesses silêncios da história familiar que surgem as maiores descobertas”, afirma Marília Tretola, CO-CEO da ROZZA CIDADANIA.
O que muda quando a história é investigada do jeito certo
Nos últimos meses, dezenas de famílias chegaram acreditando não ter qualquer possibilidade.
E saíram com um cenário completamente diferente.
Isso acontece porque existe uma forma estruturada de investigar a linhagem familiar, cruzando dados históricos, registros civis, documentos antigos e rotas migratórias, inclusive por ramos que a própria família desconhecia.
Não se trata de achismo.
É método, técnica e análise.
- Pesquisa genealógica profissional;
- Estudo aprofundado das linhas familiares;
- Mapeamento real de possibilidades, inclusive inesperadas;
“O que muda tudo não é sorte. É método. Quando a pesquisa é bem feita, a história começa a se revelar”, reforça Carla.

Informação é o que separa quem desiste de quem descobre
Enquanto muita gente segue no escuro, acreditando em versões incompletas da própria origem, outras pessoas avançam porque decidiram investigar antes de descartar.
Conhecer suas possibilidades hoje evita:
- Perda de tempo
- Decisões erradas
- Desistências prematuras
- O arrependimento de nunca ter tentado
E, muitas vezes, revela um direito que sempre esteve ali, só esperando ser reconhecido.
Conclusão: talvez não seja falta de direito, mas falta de investigação
A história da sua família não começa nem termina no sobrenome que você carrega hoje.
Ela é muito maior, mais complexa, e cheia de caminhos possíveis.
Descobrir isso não muda apenas um processo.
Muda a forma como você enxerga sua própria origem e o futuro que pode construir a partir dela.
Se existe a menor dúvida, ela merece ser esclarecida com seriedade.
Porque, às vezes, o direito não está perdido.
Ele só está escondido na sua história.

