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Pontos que fazem você escolher a empresa errada para a cidadania Italiana

(e só perceber quando já é tarde demais)

Todos os dias, chegam relatos de pessoas que viveram a mesma situação:

contrataram uma empresa para cuidar da cidadania europeia, pagaram, confiaram… e, com o tempo, começaram a surgir os problemas.

Empresas que deixam de responder.

Promessas que nunca se concretizam.

Custos inesperados que aparecem no meio do caminho.

Processos parados, ou simplesmente abandonados.

O mais doloroso é perceber que a escolha foi equivocada quando o prejuízo já aconteceu: tempo perdido, dinheiro investido sem retorno e oportunidades que não voltam.

O problema não é o processo. É a escolha errada.

O reconhecimento da cidadania italiana é um caminho sério, técnico e jurídico.

Quando ele é tratado como “produto barato” ou promessa milagrosa, o risco é enorme.

E existem erros muito comuns que levam pessoas bem-intencionadas a escolher a empresa errada.

Erro comum nº 1: fechar contrato apenas pelo preço mais baixo

Quando o valor está muito abaixo do mercado, acenda o alerta.

Na prática, o “barato” costuma esconder:

  • falta de estratégia jurídica;
  • pouca ou nenhuma experiência real;
  • equipe despreparada;
  • e, muitas vezes, custos ocultos que só aparecem depois.

“O processo de cidadania não é uma linha de montagem. Cada família tem uma história diferente, e isso exige análise, estratégia e responsabilidade”, explica Marília Tretola, CO-CEO da ROZZA CIDADANIA.

Erro comum nº 2: acreditar em promessas que ninguém pode garantir

Algumas frases deveriam soar como sinal vermelho imediato:

  • “Garantimos 100% de deferimento”;
  • “Taxa única, tudo incluso”;
  • “Finalizamos sua pasta em 30 dias”
  • “Não vai ter nenhum custo extra”

A verdade é simples e precisa ser dita:
O processo depende de fatores externos, como:

  • Cartórios;
  • Comunes;
  • Tribunais;
  • Correios;
  • Autoridades administrativas e judiciais.

Nenhuma empresa séria controla esses prazos.

“Quando alguém promete o impossível, não está sendo eficiente, está sendo irresponsável”, alerta Carla Toscano, CO-CEO da ROZZA CIDADANIA.

Erro comum nº 3: não entender o processo e descobrir os problemas tarde demais

Muitos descendentes relatam que:

  • Não receberam explicação clara das etapas;
  • Não sabiam quais taxas poderiam surgir;
  • só descobriram problemas quando o processo já estava travado.

Falta de informação não é detalhe.

É o início do prejuízo.

A verdade que ninguém gosta de ouvir

Quem escolhe errado, paga duas vezes.

Paga:

  • em dinheiro;
  • em tempo,
  • em desgaste emocional;
  • e muitas vezes, perde a chance de agir no momento certo.

Em um cenário em que regras mudam, prazos se fecham e oportunidades podem desaparecer, errar na escolha da empresa pode custar o seu direito.

O que observar para escolher a empresa certa

Antes de fechar qualquer contrato, observe com atenção:

✔ Transparência total sobre etapas e custos
✔ Histórico real de atuação (não só promessas)
✔ Explicação clara do caminho jurídico
✔ Atendimento humano, acessível e responsável
✔ Estratégia personalizada, não pacote genérico

“Nós já passamos por todo o caminho que nossos clientes percorrem. Por isso tratamos cada processo como se fosse nosso”, reforça Marília.

Na ROZZA CIDADANIA, transparência não é diferencial. É obrigação.

  • Entende cada etapa;
  • Sabe quais são os riscos e possibilidades
  • Recebe orientação real, não ilusão,
  • e tem acompanhamento humano do início ao fim.

Porque cidadania europeia não é um serviço qualquer.

É um projeto de vida, e deve ser tratado como tal.

Antes de escolher, informe-se.

Antes de confiar, entenda.

E antes de assinar, pergunte tudo.

Escolher certo hoje pode ser a diferença entre conquistar o seu direito, ou descobrir tarde demais que alguém brincou com ele.

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